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sábado, 31 de dezembro de 2011
Uma LUZ no meio de tantas luzes
ANGELA BORGES
E ele se fez luz e habitou entre nós.
Luz que ilumina nossos passos
Que incendeia corações
Que norteia muitas ações.
LUZ que tem luz própria
que por si só se basta
sem ser um basta a ninguém.
LUZ que só ama
no meio de luzes que desamam
LUZ que promove a paz
Cercada de luzes que odeiam
LUZ que se solidariza
junto a luzes tão perversas
LUZ que anima e guia
LUZ que sufoca tantas luzes
LUZ que reflete a paz
A LUZ do MENINO JESUS.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011
MULHER X HOMEM
Angela Borges
Ser que complica ou ser que plenifica ?
Ser essencialmente insensível ou ser que não prioriza?
Seres distintos, sexo que determina diferenças.
Mulher, misto de maternidade e consumismo
Homem, composição do racional e da afetividade freada.
Diferenças que interferem, separam.
Diferenças que aproximam, congregam.
Multidão de talentos, de opções distintas
Sexos que se unem, reúnem sentimentos.
Mulher x Homem : produção divina
União abençoada, que gera, multiplica
Perpetua a espécie.
Mulher x Homem, Homem x Mulher
Isso pouca importa, a ordem é acidental
O relevante é a sua essencialidade ao universo
Como fonte multiplicadora de seres.
21.05.2011
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domingo, 10 de julho de 2011
PAVIO CURTO
ANGELA BORGES
Com o avanço da idade, a intolerância aumenta.
O coração se inquieta, impacienta-se.
O agito do dia a dia incomoda
Perturba e dilacera corações .
A ignorância involuntária de muitos aborrece
A falta de saber voluntária de tantos revolta
E o pavio curto surge, intensifica-se.
Pavio curto que encurta falas
Que constrange, segrega, desune
Pavio curto que só encurta convívios
Freia amizades, distancia gentes.
Deus me livre do pavio curto!
Deus me dê muita tolerância e paciência!
Para viver e conviver sem pavio curto
Para saber driblar e agradar muitos ...
19.05.2011
Com o avanço da idade, a intolerância aumenta.
O coração se inquieta, impacienta-se.
O agito do dia a dia incomoda
Perturba e dilacera corações .
A ignorância involuntária de muitos aborrece
A falta de saber voluntária de tantos revolta
E o pavio curto surge, intensifica-se.
Pavio curto que encurta falas
Que constrange, segrega, desune
Pavio curto que só encurta convívios
Freia amizades, distancia gentes.
Deus me livre do pavio curto!
Deus me dê muita tolerância e paciência!
Para viver e conviver sem pavio curto
Para saber driblar e agradar muitos ...
19.05.2011
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domingo, 12 de junho de 2011
APRAZ-ME
Angela Borges
Viver,conviver, aprender.
Reconhecer e saborear a diversidade humana.
Respeitar e acreditar na capacidade dos homens .
Apraz-me cantar, alegrar-se, celebrar.
É prazerosotambém perdoar, amar sem limites...
Amar sem distinções nem preconceitos.
Apraz-me ainda observar os talentos
Identificar necessidadese deficiências.
Servir ao próximosem freios materiais
Sem escrúpulos de credo, cor e raça.
Apraz-me,sobretudo, ter um credo e persegui-lo
Crer num PAI que é só bondade eamor.
Prazeroso amá-LO, servi-LO, tentarimitá-LO.
E dentre tantos “aprazes”, ser gente
Gente viva, presente, “poetisa”
Amante não perseverante da pena
Alguém fiel, confiante, otimista.
Alguém que crê, confia e espera.
18.05.2011
Viver,conviver, aprender.
Reconhecer e saborear a diversidade humana.
Respeitar e acreditar na capacidade dos homens .
Apraz-me cantar, alegrar-se, celebrar.
É prazerosotambém perdoar, amar sem limites...
Amar sem distinções nem preconceitos.
Apraz-me ainda observar os talentos
Identificar necessidadese deficiências.
Servir ao próximosem freios materiais
Sem escrúpulos de credo, cor e raça.
Apraz-me,sobretudo, ter um credo e persegui-lo
Crer num PAI que é só bondade eamor.
Prazeroso amá-LO, servi-LO, tentarimitá-LO.
E dentre tantos “aprazes”, ser gente
Gente viva, presente, “poetisa”
Amante não perseverante da pena
Alguém fiel, confiante, otimista.
Alguém que crê, confia e espera.
18.05.2011
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domingo, 15 de maio de 2011
FORÇA AMIGA
Angela Borges
No corre-corre da vida, esmoreço
Diante dos contratempos da vida, recuo
Nos momentos de cruzes, freio-me.
Olho para o alto, agradeço
Palavras amigas, estimulantes,
E-mails que animam, instigantes.
Força amiga, amiga força
Que, por amor, me “ força” a regressar
Um retorno à pena, ao papel
Um voltar aos sonhos, ao mundo fantástico.
Obrigada, força amiga.
Obrigada,amiga
Você me “força” a ser força.
22.02.2011
No corre-corre da vida, esmoreço
Diante dos contratempos da vida, recuo
Nos momentos de cruzes, freio-me.
Olho para o alto, agradeço
Palavras amigas, estimulantes,
E-mails que animam, instigantes.
Força amiga, amiga força
Que, por amor, me “ força” a regressar
Um retorno à pena, ao papel
Um voltar aos sonhos, ao mundo fantástico.
Obrigada, força amiga.
Obrigada,amiga
Você me “força” a ser força.
22.02.2011
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
VIVER/VENCER DESAFIOS
Angela Borges
Desafiar a vida, desafiar o mundo
Viver desafios desafiando
Investindo, acreditando, sonhando.
Viver vencendo etapas,
Vencendo barreiras, contratempos
Vivendo e desafiando tudo/todos
Olhando para o alto,temendo
Sem tremer, sem recuar
Abraçar a causar, mergulhar
Na fé, crer em vitórias
Acreditar nos dons/talentos
Brindar num futuro quase hoje
Viver, vencendo, desafiando
Viver desafios
Vencer desafios
Desafiar a vida
20.02.2011
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domingo, 6 de março de 2011
FOLIÃO NÃO TEM IDADE
Angela Borges
Vou me arrastando, mas vou
Vou capengando, mas vou
Com as pernas quebradas pelo tempo
Com o corpo doído pela idade
Com a visão limitada da maturidade.
Vou cair no frevo, vou rolar em Olinda
Vou deslizar nas ruas do Recife
Deleitar-me com a criatividade humana
Divertir-me com as irreverências carnavalescas.
Vou como um folião incansável
Um folião pernambucano da gema
Que ama Recife/Olinda
Que ama Capiba e Nelson Ferreira
E vibra com o hino de Clídio Nigro.
Vou me arrastando, mas vou
Me segurando nos corrimãos, nas gentes,
Sorvendo o cheiro do suor dos foliões
Saboreando as delícias do nosso carnaval.
Já choro em pensar na quarta de cinzas
Mais um que chega e já vai partindo
Deixando saudades e marcas intensas
Com fortes desejos de um retorno em breve.
02.03.2011
Vou me arrastando, mas vou
Vou capengando, mas vou
Com as pernas quebradas pelo tempo
Com o corpo doído pela idade
Com a visão limitada da maturidade.
Vou cair no frevo, vou rolar em Olinda
Vou deslizar nas ruas do Recife
Deleitar-me com a criatividade humana
Divertir-me com as irreverências carnavalescas.
Vou como um folião incansável
Um folião pernambucano da gema
Que ama Recife/Olinda
Que ama Capiba e Nelson Ferreira
E vibra com o hino de Clídio Nigro.
Vou me arrastando, mas vou
Me segurando nos corrimãos, nas gentes,
Sorvendo o cheiro do suor dos foliões
Saboreando as delícias do nosso carnaval.
Já choro em pensar na quarta de cinzas
Mais um que chega e já vai partindo
Deixando saudades e marcas intensas
Com fortes desejos de um retorno em breve.
02.03.2011
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
FILHA PRÓDIGA
Angela Borges
Retornar é prazeroso, é bálsamo à alma, ao coração.
Retornar é reconhecer o valer a pena regressar
Rever, sentir, aproximar-se de amigos.
Reviver cenas marcantes, apaixonantes, inesquecíveis.
Retornar é reavivar talentos adormecidos.
É dizer sim à pena e ao papel
Voltar ao exercício de um dom relegado
Pelo tempo, pelo corre-corre, pelos estresses da vida.
Eis- me de volta, mundo poético.
Mais uma miudeza a se somar a algumas outras.
Um prazer de retornar, de me emocionar
De abraçar o papel e nele deslizar a caneta e os sonhos.
16.02.2011
Retornar é prazeroso, é bálsamo à alma, ao coração.
Retornar é reconhecer o valer a pena regressar
Rever, sentir, aproximar-se de amigos.
Reviver cenas marcantes, apaixonantes, inesquecíveis.
Retornar é reavivar talentos adormecidos.
É dizer sim à pena e ao papel
Voltar ao exercício de um dom relegado
Pelo tempo, pelo corre-corre, pelos estresses da vida.
Eis- me de volta, mundo poético.
Mais uma miudeza a se somar a algumas outras.
Um prazer de retornar, de me emocionar
De abraçar o papel e nele deslizar a caneta e os sonhos.
16.02.2011
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segunda-feira, 8 de março de 2010
A VOCÊ, MULHER
Angela Borges
Corajosa, tímida, temerosa..
Ousada, destemida, incansável.
Mulher que chora de dor e sofrimento.
Que ri de alegria, de contentamento.
Mulher pobre, mulher rica.
Mulher que ama, que desama.
Sempre mulher, sempre Maria.
Maria que ama, amamenta.
Maria que chora, lamenta.
Marias sofredoras, batalhadoras.
Marias silenciosas, resignadas.
Maria na cruz, Maria da cruz.
Maria do azul do céu,
Maria negra das trevas.
Marias que se espalham e espalham
O bem, o mal, a alegria, a dor.
Maria de todos os continentes.
Maria de Deus, exemplo maior.
Maria mulher, mãe do Salvador.
E tantas Marias mulheres/mães
Que amamentam e acalentam.
Que desamam e maltratam.
Sempre Marias, sempre mulheres,
Seres divinos, abençoadas por Deus.
(poema feito em homenagem a todas as mulheres em 07.03.2010)
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